Alimentação infantil em tempos de SIDA: ¿Controvérsias?

Saúde

O estudo reflete sobre as controvérsias relacionadas à amamentação em tempos de AIDS e o que os profissionais de saúde recomendam como alimentação infantil quando promove o aconselhamento às mães com AIDS, que vivem o dilema de amamentar ou não em um ambiente social pró-amamentação.

A AIDS na década de 90 promoveu uma mudança significativa no perfil epidemiológico e fomentou o controvertido debate em meio ao paradigma pró-amamentação. A recomendação de que mulheres com sorologia positiva para o HIV não devem amamentar entra em conflito com o discurso científico e político, até então, de que a amamentação exclusiva deve ser praticada por todas as mulheres de modo a proteger a saúde da criança. Entretanto, a relação risco-benefício advinda dessa prática entre mulheres com AIDS levou o governo brasileiro a não recomendar a amamentação para esse grupo específico de mulheres.
As autoras indicam que é necessário minimizar as dúvidas e controvérsias existentes sobre o tema, capacitando as equipes de saúde de forma crítica e reflexiva. Pontua-se também a necessidade de desenvolver políticas públicas que diminuam não só a possibilidade de transmissão do HIV pelo leite humano, mas, principalmente, melhorem as circunstâncias de vida das famílias, no sentido de garantir a possibilidade de a mulher com HIV/AIDS seguir a recomendação de não amamentar, como uma das possibilidades de prevenção da transmissão, sem colocar em risco a saúde e a vida de sua criança.

[doc]alimentao-infantil-em-tempos-de-sida-controversia.pdf[/doc]

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